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Vigilante Patrimonial: Funções, regulamentação e a importância para a segurança patrimonial

A segurança de um patrimônio não depende só de tecnologia, câmeras e alarmes. Ter um vigilante patrimonial no local faz toda a diferença. Mas afinal, o que esse profissional faz no dia a dia? Como ele se prepara para o trabalho? E o que a legislação diz sobre essa função?

O que faz um vigilante patrimonial?

O vigilante patrimonial é quem protege empresas, condomínios, fábricas, eventos e qualquer outro espaço que precise de segurança patrimonial. Ele fica atento a movimentações suspeitas, controla acessos, pode fazer rondas e, se necessário, age para evitar ou minimizar riscos.

Mas não é só isso. Ele também orienta funcionários e visitantes sobre regras de segurança, verifica se portas e janelas estão bem fechadas e pode até operar sistemas de monitoramento. Ou seja, é um trabalho que envolve tanto presença física quanto uso de tecnologia.

Como é a rotina de um vigilante patrimonial?

Cada local tem suas particularidades, mas algumas tarefas são comuns a todos os vigilantes:

  • Rondas periódicas: Caminhar pelo ambiente, checar entradas, saídas e possíveis vulnerabilidades.
  • Monitoramento de sistemas: Acompanhar imagens de câmeras e alarmes para identificar situações de risco.
  • Controle de acesso: Conferir credenciais, liberar entradas e saídas e garantir que só pessoas autorizadas entrem.
  • Relatórios e comunicação: Registrar qualquer ocorrência e manter a equipe informada sobre o que acontece no local.

O que a legislação diz sobre essa profissão?

A atividade de vigilante patrimonial é regulamentada pela Lei nº 7.102/1983. Para atuar, a pessoa precisa:

  • Ser maior de 21 anos.
  • Ter ensino fundamental completo.
  • Passar por um curso de formação de vigilante reconhecido pela Polícia Federal.
  • Estar em dia com exames psicológicos e de aptidão física.
  • Não ter antecedentes criminais.

Além disso, a renovação da habilitação deve acontecer a cada dois anos, com reciclagem profissional.

Equipamentos e treinamentos

O vigilante não trabalha sozinho. Ele conta com equipamentos tecnológicos e treinamento para enfrentar diferentes situações. Dependendo do posto, pode usar rádios comunicadores, detectores de metal, coletes à prova de balas e até armamento, quando autorizado.

Já o treinamento envolve técnicas de defesa pessoal, primeiros socorros e até gerenciamento de conflitos. O objetivo é que ele saiba agir rápido, mas sempre dentro da lei e com responsabilidade.

Por que o vigilante patrimonial é importante?

A presença desse profissional inibe crimes e dá mais tranquilidade para quem circula no local. Além disso, ele consegue identificar riscos antes que algo aconteça e tomar providências para evitar problemas.

Imagine um prédio comercial sem vigilância. Qualquer pessoa poderia entrar sem controle, aumentando os riscos de furtos ou outras situações indesejadas. Com um vigilante no local, a segurança melhora e a movimentação fica mais organizada.

Tecnologia e o papel do vigilante

A tecnologia tem ajudado muito na segurança patrimonial, com câmeras inteligentes, sensores e softwares de controle. Mas, mesmo com toda essa inovação, o papel do vigilante continua essencial. Afinal, a tecnologia sozinha não reage a imprevistos nem toma decisões estratégicas diante de uma ameaça.

Conclusão

O vigilante patrimonial é mais do que alguém que fica na portaria. Ele tem uma função ativa na proteção de pessoas e bens, combinando atenção, preparo e uso de tecnologia. Se você quer saber mais sobre segurança patrimonial e como montar um sistema eficiente para sua empresa, conte com a Delphos. Entre em contato  conosco!

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